Sustento Particular
Sustento Particular

Se tu bebes, morrerá. Se tu fumas, morrerá. Se tu amas, morrerá. Se tu vais pra todos os shows da cidade, tu gostas de punk-rock e se tu namorou ou casou com o guri errado, morrerás. Mas não me venha com vida pela metade. Não me venha com teus não-fuma-por-favor-não-bebe-ou-tu-morrerás. A vida é um risco. Se tu não fumaste a vida toda vem um marginal filho-da-puta te matar. Se tu nunca bebeste, o carro vai bater. Se tu nunca amaste, o coração vai parar. Então por que não viver? Então por que todo esse drama porque alguém é diferente e quer viver?

Nanda Loureiro para todos os falsos moralistas

Sentir o frio da madrugada e fechar os olhos, a procura da tua imagem que ronda incessantemente minha cabeça. Você não dá trégua ao meu coração, ele bate descompassado por ti. Mãos tremulas e gélidas, que poderiam ser aparadas pelas tuas, e transformar o calor do teu corpo em meu aquecedor, enquanto meus olhos se perderiam nos teus. Milhões de sensações rondando meu corpo, mantendo-me mais viva que nunca, borboletas rasgando meu estomago, coração querendo saltar do corpo. Efeitos incríveis sobre minha pele, meus olhos, meu sorriso. Em segundos, tudo o que fora construído se tornara a base da felicidade procurada. Posso sentir teus braços envolvendo-me, numa vontade absurda de nós dois, num amor que agrada aos olhos de quem vê, e agrada a alma de quem sente. Eu sei que se eu cerrar os olhos eu posso ver-te, e te sentir, mesmo com essa distancia maldita que reina em nossos dias. Garoto, tu poderia ter sido qualquer coisa para mim, mas escolheu ser tudo. Consigo ver a felicidade na tua existência, e tu consegues trazê-la até mim, me tornando dependente desse amor que tu tanto cultivou. Só me digas que posso ser tua, sem receio, e eu vou me render (ainda mais) a ti. Diga-me que me queres tanto quanto te quero, faça minha alma se acender e incendiar por ti. Deixe-me indefesa com tuas palavras, vulnerável ao teus toques, e pode ter a certeza que lutarei de corpo e alma para estar perto, para tornar eterno tudo aquilo que temos sonhado, que temos desejado com tanta intensidade. Faça-me mais tua do que já sou. Me ame, e te darei todo amor que guardo (ardente) dentro de mim. Seja meu motivo, minha paz. Seja meu. (eym)


Sentir o frio da madrugada e fechar os olhos, a procura da tua imagem que ronda incessantemente minha cabeça. Você não dá trégua ao meu coração, ele bate descompassado por ti. Mãos tremulas e gélidas, que poderiam ser aparadas pelas tuas, e transformar o calor do teu corpo em meu aquecedor, enquanto meus olhos se perderiam nos teus. Milhões de sensações rondando meu corpo, mantendo-me mais viva que nunca, borboletas rasgando meu estomago, coração querendo saltar do corpo. Efeitos incríveis sobre minha pele, meus olhos, meu sorriso. Em segundos, tudo o que fora construído se tornara a base da felicidade procurada. Posso sentir teus braços envolvendo-me, numa vontade absurda de nós dois, num amor que agrada aos olhos de quem vê, e agrada a alma de quem sente. Eu sei que se eu cerrar os olhos eu posso ver-te, e te sentir, mesmo com essa distancia maldita que reina em nossos dias. Garoto, tu poderia ter sido qualquer coisa para mim, mas escolheu ser tudo. Consigo ver a felicidade na tua existência, e tu consegues trazê-la até mim, me tornando dependente desse amor que tu tanto cultivou. Só me digas que posso ser tua, sem receio, e eu vou me render (ainda mais) a ti. Diga-me que me queres tanto quanto te quero, faça minha alma se acender e incendiar por ti. Deixe-me indefesa com tuas palavras, vulnerável ao teus toques, e pode ter a certeza que lutarei de corpo e alma para estar perto, para tornar eterno tudo aquilo que temos sonhado, que temos desejado com tanta intensidade. Faça-me mais tua do que já sou. Me ame, e te darei todo amor que guardo (ardente) dentro de mim. Seja meu motivo, minha paz. Seja meu. (eym)

Eu digo e ela não acredita, ela é bonita demais.

— Geraldo Azevedo.

Bela Flor - Maria Gadú

O Crime da Mala


(Giuseppe Pistone e Maria Féa a bordo do navio Conte Biancamano)

“Nada se comparava em aberração na crônica policial do país desde o “Crime da Mala”. Sentada à sua mesa na redação d’O Cruzeiro, ela [Diana] rememora o evento. Há dez anos, em São Paulo, o italiano Giuseppe Pistone estrangulou e mutilou sua esposa grávida, Maria Féa Mercedes, uma linda jovem de vinte e um anos. Para se livrar da morta, Pistone comprou uma enorme mala de couro. Como o corpo da mulher não coubesse, ele seccionou-lhe as pernas como uma navalha, na altura do joelho. Levou o fardo medonho até o porto de Santos e despachou-o pelo navio Massilia para Bordeaux, com um destinatário fictício. O cheiro insuportável e um líquido escuro que escorria da carga ao ser içada fizeram com que a Polícia Marítima averiguasse o conteúdo. Ao romperem o fecho, encontraram, dentro da mala, os despojos de Maria. Foram achados também pedaços de papel que forravam a base do baú, uma caixinha de pó de arroz Coty, um vidro com pastilhas para garganta, uma seringa, um vidro de extrato, um travesseiro sem fronha e peças de roupa feminina. Um colete de lã e uma camiseta de tricô cobriam o torso. As pernas seccionadas portavam meias de seda presas por ligas de elástico. O que mais revoltou os investigadores foi terem encontrado, junto ao corpo da moça, um minúsculo cadáver: o feto de uma menina de seis meses. Segundo o legista, o bebê nascera dentro da mala.” 

As Esganadas, Jô Soares

“Trabalhando na casa de salames e vinhos de seu primo Franceso Pistone em São Paulo, Giuseppe recebe deste uma proposta de sociedade. Sem o capital necessário, escreve um telegrama à sua mãe Marcelina Baeri, na Itália, pedindo um valor equivalente a 150,000 contos de réis, parte de uma herança deixada por seu pai. Mesmo diante da recusa da mãe, aceita a proposta do primo, pretendendo mais tarde extorqui-lo.

Maria Fea decidiu então escrever uma carta à sogra, revelando toda a verdade sobre os pedidos de dinheiro. Na manhã de 4 de outubro de 1928, Giuseppe descobre a carta. O casal briga, e Pistone sufoca a esposa com um travesseiro. Sem saber o que fazer com o corpo, decide ocultá-lo em uma mala, seccionando o joelho com uma navalha e quebrando o pescoço para que o cadáver coubesse na mesma. Usando endereços e nomes falsos, remete a mala à “Francesco Ferrero”, em Bordeaux, França, através do navio Massilia.

No dia 7 de outubro de 1928 a mala é içada a bordo do navio, então atracado no Porto de Santos. Ao ser descarregada, sofre um pequeno impacto, que abre uma fresta na parte inferior e revela um forte mau cheiro. A mala é aberta, e o cadáver, em avançado estado de putrefação, descoberto. Junto a ele, além de algumas roupas da vítima (quinze pares de meia, duas almofadas, duas camisolas, duas saias comuns, uma saia com anágua, um chapéu) e a navalha utilizada no crime, estava um feto de uma menina, com aproximadamente seis meses de gestação.”

Wikipédia

Acho que amar é isso, conhecer e amar os defeitos da outra pessoa…

— Catharine A.

Mesmo com o todavia; Com todo dia; Com todo ia; Todo não ia; A gente vai levando.

— Chico Buarque

Gostando-me ou não, fica impossivel eu fugir de mim mesma. Tá no sangue, é tudo genético. Estranha ou normal, doida varrida ou sem sal, diferente ou comum, sou eu. O que posso fazer, minha gente? Fugir de mim? Ah, quem me dera..

Catharine Augusto

“Você deveria ser capaz de estar só, completamente só e, ainda assim, tremendamente feliz. Então, você pode amar. Então, seu amor não é mais uma necessidade, mas um compartilhar, não mais é uma carência. Você não se tornará dependente das pessoas que você ama. Você compartilhará – e compartilhar é bonito. Esta é a diferença entre relacionar-se e relacionamento: relacionamento é uma coisa: você se apega a ele; relacionar-se é um fluxo, um movimento, um processo. Você encontra uma pessoa e você ama, porque você tem muito amor disponível.”

(Osho)

E que seja permanente essa vontade de ser melhor a cada dia. Que cada detalhe, independente do quão simples for, faça abrir sorrisos.

— Elisa Borges

/ before